SMBikers é Pedal, bike, ciclismo, ciclovia e cicloturismo

Cidade das bikes (só bike anda lá)

20/04/2011 8:00 am
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Essa é legal! Uma lei municipal em em Afuá, que fica na região do Marajó (PA), proíbe qualquer tipo de meio de transporte com motor e, quem salva, é a bike. Claro! Tem até ambulância e açougue feitos de bike! Confira no vídeo:

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Man’s best friend Gary Fisher

08/04/2011 8:00 am
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Os quadros das bikes da Gary Fisher tem um adesivo (bem escondido) escrito “Man’s Best Friend”! Eu concordo com a frase e achei legal compartilhar. Essa foto é um detalhe da “Hoo Koo e Koo” azul do Denis:

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Comercial Caloi 100

01/04/2011 8:00 am
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A Caloi 100 é a primeira Confort Bike lançada no Brasil.

Alguém mais achou o comercial apelativo ou foi só uma impressão minha?

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De Ponta a Punta (de bike)

30/03/2011 8:00 am
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Esse cara fez um negócio legal! Saiu de Ponta Porã, fronteira com o Paraguai e foi pedalando até Punta del Este, no Uruguai! No blog dele, que chama “de ponta a punta“, tem fotos dessa cicloviagem. Foram 3.530 km em 62 dias. Eu peguei algumas para mostrar um pouco do que ele conseguiu:

Na verdade ele já fez outros pedais. O primeiro foi de Ponta Porã para Amambai, no Mato Grosso do Sul; depois um de 325 km em dois dias, de Ponta Porã para Campo Grande-MS; aí veio um de quatro dias que foi de Ponta Porã para Corumbá, com uma média de 161 Km por dia (“Cheguei a fazer 210 km em um dia…”) e antes de fazer o “De Ponta a Punta”, teve um de Aracaju para São Paulo, que foi de 3.100 km em 34 dias, vindo pelo litoral até Caraguatatuba.

Pedalar é muito bom, seja como for. Mas essa viagem teve um diferencial interessante. Sempre comento que para fazer algo desse tipo, é preciso planejar antes. Porque, nesse caso, sair fazendo, é se meter em roubadas uma atrás da outra.

Eu fiz o Caminho da Fé há algum tempo e como não tinha a menor experiência com isso, planejei o melhor que pude antes de meter a bike na estrada. Foi um ano de planejamento para 8 dias pedal bem sucedido.

O de Ponta a Punta, claro, muito mais complexo que o Caminho da Fé, teve apoio do grupo Empretec, do Sebrae:

“O Empretec é uma metodologia desenvolvida pela ONU e implantada no Brasil pelo Sistema Sebrae. Atinge empresários, futuros empresários e profissionais liberais interessados em desenvolver comportamento empreendedor e potencial competitivo.” O site do Empretec tem um pouco mais sobre esse caso.

Esse cara, chama Rubem Reis Duarte e segundo seu perfil, tem 52 anos, é casado e pai de 03 filhos com idades de  23, 21 e 14 anos. Mais um exemplo de vida saudável para quem quiser seguir ou conhecer!

(Valeu a dica Januzza!)

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VO2 Caloi Desafio Serra de Campos 2008

28/03/2011 8:00 am
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copa vo2 serra de campos medalhaDepois de algum tempo pedalando, acabei conhecendo bem meus limites e melhor ainda o empenho que é preciso para conseguir superá-los. Não sou neurótico por superação, mas gosto muito disso.

Acho divertido quebrar algumas barreiras que sei muito bem que só vão se quebrar, se mudar alguma coisa em mim, porque os fatores que me levaram até lá, como a persistência, já não bastam mais para ir além.

Acho que é alguma coisa comigo, crio um tipo de jogo em que o mais legal é investigar o que tenho que mudar, o quanto isso vai mesmo fazer alguma diferença e construo essa mudança.

Busco mesmo é viver cada passo e ir acompanhando os resultados, para calibrar as ações e continuar na evolução até vencer. De alguma forma, acho isso divertido.

Não sei se tem alguém aí lendo isso e me achando estranho ou doido, mas isso sempre acaba acontecendo de uma forma ou de outra, em quase tudo o que faço. Logo, com a bike não poderia ser diferente.

Como disse no começo, já me conhecia bem… Pedalava em média uns 40km por dia e pegava vários trechos diferentes, como a subida da rebouças e a marginal. Alguns finais de semana pedalava por volta de 80km e enfrentava condições climáticas bem diversas durante esses pedais.

Gostava de pedalar sozinho, com os amigos e com alguns grupos que saiam das bicicletarias que frequentava. Cada atividade dessas tem suas próprias sensações e prazeres, principalmente por causa das companhias, que são diferentes. Mas ainda tinha algo que não fazia a menor idéia de como era. Nunca havia participado de uma competição de bike.

Um dia comentei com um amigo (o Denis) que eu gostaria participar de uma e mesmo ele não estando tão empolgado com a idéia, me incentivou e começamos a ver como funcionavam as provas.

Depois comentei com outro amigo (o Rick) que tinha vontade de participar de uma competição e perguntei se poderia me dar umas dicas, já que competia há muito tempo.

O Rick fez mais do que isso e, junto com o Guto, outro amigo que ficou sabendo que eu estava afim de competir, me convidou para correr com eles pela loja do Guto, a Pedal Urbano.

Claro que topei! Não pensei duas vezes e queria saber qual a próxima prova que eles participariam. Bom, essa foi a parte difícil… A prova foi a etapa da VO2 que sobe a Serra de Campos. Sim, uma prova de subida e que cansa muito, mas eu gosto de subida!

copa vo2 serra de campos altimetria

Até então, nunca tinha pensado em participar de equipes e competir regularmente. Até porque, isso exige um tempo que não consigo dedicar, mas quis saber como é a sensação de estar numa competição de bike e quis fazer isso direito. Então, dediquei todos os pedais seguintes àquele momento.

Foi tudo muito novo para mim, inclusive com desafios diferentes durante pedal do dia a dia. No fundo foi a mesma coisa, aquele caminho casa-trabalho / trabalho-casa de sempre, mas com a concentração de quem se preparava para uma prova.

Cada dúvida que tinha, lá ia eu pentelhar o Rick (haha) e foi assim até o momento da largada. Bom, ele sabia que estava levando um amigo que nunca havia competido. Óbvio que tive dúvidas e fiquei pentelhando até a formação na largada.

A largada foi um dos momentos mais emocionantes! Me senti numa final de campeonato de futsal que foi para os penaltis, como na época em que disputava copas Dan’up e essas coisas dos tempos de moleque. Digo que a sensação era a mesma, porque o resultado só dependia de mim. Eu era o goleiro do time! Foi bem isso que passou pela minha cabeça no momento em que todo mundo disparou como um rebanho estourado pela porteira!

copa vo2 serra de campos largada copa vo2 serra de campos largada

Durante a prova estava de montain bike e fui ultrapassado por todas as speeds na subida, mas nas descidas passei todas de novo. É bem mais arriscado ultrapassar na serra, nas curvas, descendo e correndo, mas foi o que fiz, para não ficar por último.

copa vo2 serra de campos prova copa vo2 serra de campos prova copa vo2 serra de campos prova

Minha preocupação não foi nem de longe ganhar, muito menos terminar a prova bem. Foi apenas passar todos os pontos de corte, pelo menos, dentro do tempo estimado.

A principal diferença entre uma esticada até Campinas, por exemplo, e o Desfio Serra de Campos na VO2 Caloi foi me manter competindo. Na minha cabeça, se não estivesse mais no páreo, não faria mais sentido e todo o esforço teria sido em vão. Por isso, minha vitória foi cada um dos pontos de corte que passei dentro do tempo.

Ao longo da prova, na subida da serra principalmente, vi muitos competidores cairem e vi muita gente travar de cãimbra em cima da bike, com gritos de dor e equipe médica fazendo o resgate.

Também senti meus musculos da perna travando, senti cãimbras a ponto de ter que pedalar com uma perna só durante um trecho e nessa hora estabeleci mais um desafio: jamais descer da bike.

Vi uma galera empurrando e não vejo problema nenhum nisso. Quando a cãimbra pega, você trava e cai mesmo. Não tem o que fazer! Essa nova regra foi muito mais difícil de manter, mas em nenhum momento quis desistir dela.

A competição nesse dia, não era com os demais atletas, era coisa minha e persisti no desafio até o fim. Nem para alongar das cãimbras parei. Fiz tudo em cima da bike mesmo e segui desviando dos ciclistas que cairam de dor bem na minha frente.

Chegar em Campos foi um alívio, mas o pessoal da organização avisou que tinha mais subida antes da chegada. Pois é… Eles mudaram um pouco o circuito e incluiram mais uma subida. Foi o que todos os ciclistas que estavam comigo naquele trecho comentaram. Teve nego que só de saber desceu da bike.

Quanto mais me aproximava da chegada, mais gente nas ruas eu via. Saber que estava acabando dava um ânimo extra para manter a puxada e me poupei um pouco para sprintar na reta final.

Cruzar a linha de chegada foi animal! Foi o melhor DONE que eu poderia ter! Soube na hora que acabei a prova que consegui cumprir o percurso dentro do tempo de corte, sem descer da bike!

Todo o empenho dos ultimos dias foi recompensado. Pensei em vários momentos de superação durante a prova em que foi nítido que devia ter parado e alongado, empurrado ou descansado e no entanto segui em frente, mantendo o foco nos objetivos que tinha estabelecido comigo mesmo.

No momento em que desci da bike, depois da prova, tive a certeza de que as minhas escolhas foram certas e que valeram cada gota de suor derramada durante a subida.

Depois disso fiquei perdido. Não sobe o que fazer depois de cruzar a linha de chegada. Só sabia que, até aquele momento, tive que pedalar até não aguentar mais. Nessa hora alguém da organização chegou, me levou para tirar o chip da bike e mostrou onde tinha água e frutas.

Lá encontrei o pessoal da Pedal Urbano e todos já tinham terminado a prova, menos o Magrão. Enquanto esperamos por ele, conversamos sobre a prova.

A Copa VO2 Caloi Desafio da Serra de Campos me rendeu experiência, as fotos, este post e uma publicidade para a Pedal Urbano na revista da Caloi!

Depois da prova, o pessoal ainda resolveu fazer a trilha do zigue-zague. Quem correu de speed, levou uma mountain pra descer e quem correu de mountain – como eu – trocou os pneus pelos de terra.

As trilha foi animal também e nesse dia aprendi com o Guto que “mountain bikes rolam”, assim como os bikers em cima delas também. Acabando a trilha mandamos um rango e voltamos para casa.

Meus resultados:
Classificação Total: 583 (tinha uns 1000 competidores)
Número: 108
Categoria: M2329
Modalidade: AMADOR
Tempo Final: 02:39:45.15 (tempo da largada ao topo da serra: 01:54:36)
Velocidade Média: 18,65
Classificação por Categoria: 97
Classificação por Sexo: 549

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Comercial Ceci e Cecizinha

25/03/2011 8:00 am
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A primeira bike para meninas, inspirada na “bike da mamãe”. Tinha de monte por aí!

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Bike de amarrar no poste

23/03/2011 8:00 am
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Quem nunca esqueceu a corrente/cabo de aço em casa, quando saiu para pedalar ou estava pedalando por aí sozinho e deixou de parar em alguns lugares bacanas, porque não trouxe de propósito?

Bom, isso já aconteceu comigo e eu fico com medo de largar a bike em qualquer canto.

Parece que com o Kevin Scott ou com algum amigo dele, também acontece esse tipo de coisa. A diferença e que esse cara teve uma idéia fantástica!

Fez uma “bike de amarrar no poste” e a chamou de “The Bandable Bike“!

Reparei que ele ainda não resolveu o problema dos freios e nem dos câmbios. Acho que ele devia dedicar algum tempo, pelo menos, aos freios… Pedalando com a língua para fora assim, qualquer tombinho já é o suficiente para o Kevin não conseguir mais explicar o projeto para ninguém!

De qualquer forma, o macanismo que ele desenhou parece sem bem simples! Gosto de coisas assim! Fantástico!

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Dínamo de cubo para bike – Dynamo Hubs

21/03/2011 8:00 am
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Pra quê um dínamo de cubo? Pra carregar o celular! :)

É importante ter uma forma de obter energia extra para os gadgets durante o pedal. Antigamente não tinha jeito. Tinha que parar em algum lugar com tomada, se quisesse recarregar algum brinquedo.

Com o tempo, começaram a parecer soluções que usavam carga de pilhas para alimentar baterias de celulares e outros gadgets. Depois, vieram as photocelulas com algum tipo de recurso para armazenar energia solar.

Hoje achei um produto da Shimano, que certamente TODO MUNDO já pensou… É um dínamo de cubo! PQP! Isso é legal!

Olha o que esse tiozinho inventou com o brinquedo:

Bom, fiquei louco pra encontrar uma parada dessas e no Mercado Livre achei um dinamo de cubo dianteiro Sturmey Archer de maio 1955, por duzentos mangos. O que confirma a minha teoria sobre as nossas “idéias inéditas”. Hehe!

A Shimano tem uma linha completa com esses Dynamo Hubs e vale dar uma olhada no site!

O bicicReteiro colocou esse cubo na bike dele e fez o Circuito do Vale Europeu! Será que funcionou ou deu algum problema para ele durante o pedal?

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70% dos ciclistas de São Paulo usam a bike para trabalhar

20/03/2011 2:45 pm
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Hoje pela manhã, li no Estadão uma reportagem que preciso comentar aqui!

São pelo menos 240 mil paulistanos que usam a bike como transporte diariamente, segundo pesquisa do Metrô.

70% das viagens são para trabalhar e se considerarmos compras, escolas e outras viagens desse tipo, o índice sobe para 96%.

Isso mostra algo que já havia comenado por aqui, sobe a bike, há muito tempo, já não ser mais um brinquedo de final de semana. Isso é uma percepção de quem só viveu em grandes centros.

Para evidenciar ainda mais a viabilidade da bike como meio de transporte e não apenas como lazer, são só 4% dos ciclistas de São Paulo (uma cidade que privilegia os carros) que usam a bike para passeios em parques.

Além disso, a cidade de São Paulo já tem mais de 50km de ciclovias (é pouco, mas é algo) e por experiência própria, sei que é perfeitamente possível reduzir o tempo de um trajeto de 2 horas (ou mais) para 40 minutos aproximadamente.

Tem bicicletários em algumas estações do Metrô e da CPTM, tem empresas como a Porto Seguro administrando bicicletários e oferecendo bikes para quem quiser pedalar ao invés de dirigir.

Já são vários pontos a favor da bike, mas também já comentei por aqui, que não basta o cidadão querer usar sua bicicleta se não houver estrutura para isso.

Não falo apenas de ciclovias e bicicletários, mas também das empresas, que podem disponibilizar chuveiros, vestiários e locais adequados (que não é nada de outro mundo) para os seus funcionários pararem suas bikes.

Agora tem uma lei sendo regulamentada, que obriga estabelecimentos comerciais a oferecerem “paraciclos”, mas insisto que se houver um pouco mais de boa vontade, nenhuma lei nesse sentido é necessária.

Seja por necessidade ou ideologia, a bike merece um destaque maior, pois para curtas distâncias resolve o problema de muita gente, inclusive as que não podem usar a bike no dia a dia, seja por qual motivo for.

Outra observação sobre essa matéria do Estadão e fato constatado desde que comecei apedalar, é que somente 1 a cada 10 ciclistas é do sexo feminino!

Achei a matéria no Estadão online também:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110320/not_imp694438,0.php

Essa matéria está excelente e merece ser lida!

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Comercial Monark 1978

18/03/2011 8:00 am
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Comercial da Monark lançando a nova linha em 1978:

Quem lembra desse comercial?

Eu não lembro, porque nem cheguei a ver, mas achei legal! É para o público adulto e foca nas bikes, mas já trás um pouco daquele toque dos anos 80 que, do nada, paracem mulheres de biquini (o clipe bicicleta é um exemplo).

O final do comercial é bem interessante também. Vale a pena ver (de novo)! ;)

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