bike trips

Bikes x carros inspira projeto

Esse post é sobre o projeto de um Desenhista Industrial carioca, que mora na Dinamarca e se chama Flávio Deslandes.

Parece que ele se inspirou na quantidade de bikes que circulam por lá e na facilidade de encontrar bambu aqui no Brasil, para criar um modelo de bicicleta feito com esse material.

Além do desafio em criar uma bike de bambu, é legal reparar no que ele fala sobre a relação entre bikes e carros, dividindo o mesmo espaço no trânsito daquele país.

Parece que lá tem sinal de trânsito só para as bikes, para que o ciclista saia na frente dos carros. O uso da bike parece ser bem forte na cultura deles.

Veja no vídeo o projeto da bike de bambu:

TEDxSP 2009 – Flávio Deslandes from TEDxSP on Vimeo.

Alguém usaria uma bike feita de bambu?

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Postado por Daniel Calmazini em Pedalices e tem (4) Comentários
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Bike com Paul Hogan

Enquanto não ficam prontos os posts com textos sobre a relação entre motoristas e ciclistas, achei um video engraçado com o comediante australiano Paul Hogan, que mostra como uma simples bicicleta pode causar várias situações inusitadas por aí.

Pra quem não lembra, o Paul Hogan fez aquele filme o Crocodilo Dundee.

Have fun!

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Postado por Daniel Calmazini em Pedalices e tem Sem comentários
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Bike x Carro: respeite para ser respeitado

Sempre falo a favor das bikes e não será diferente neste post. O assunto é sério: a Bike é prevista no código de trânsito e o ciclista tem o direito de transitar pelas ruas, como qualquer outro veículo.

Só que não basta isso estar escrito no papel mais caro do mundo e assinado pelos caras mais importantes do país, se nós, ciclistas, não fizermos valer.

Não digo para fazermos passeatas, protestos pedalando pelados (vou escrever sobre isso por aqui também), pichar a cidade com frases de efeito nem nada desse tipo.

Acredito que qualquer lei acaba sendo secundária se, antes de mais nada, houver o respeito. Ah! Então vamos exigir o respeito que merecemos! Será que merecemos mesmo? Dá uma olhada nessa reportagem da Globo e me diz você:

Estava esperando uma oportunidade para escrever algo sobre isso, porque todo mundo diz que pedalar em São Paulo é muito perigoso e sempre falo que perigo tem sim, mas o maior deles está sobre o selim. Pode parecer bobagem, mas é isso mesmo.

Tente pensar um pouco em como as pessoas dentro de um carro ficam quando estão com um ciclista pedalando bem na frente deles. Ficam tensos! Eles não fazem a menor idéia do que você, de bike, vai fazer.

Não sabem o que você sabe sobre estar alí, não sabem se você está preocupado com os carros, nem sabem sem você sabe alguma coisa sobre trânsito. É uma situação complicada para ambos.

É natural que isso aconteça e a solução é a seguinte: respeite o cara do carro, antes de cobrar alguma coisa dele. Mas como, se o cara está buzinando e colando atrás? Fácil! Se controle, não revide, não se desespere e nem seja mais um daqueles “donos do mundo” que andam por aí esfregando direitos na cara de todo mundo. Entenda o cara!

Ande “como se estivesse de carro” também. Quero dizer para não ficar espremido no meio fio… Pegue uma parte da pista, mas lembre-se de que você é BEM mais lento. Então, fique só na pista da direita mesmo. Sinalize quando vai entrar em alguma rua e – uma dica – sinalize quando NÃO vai entrar também.

Pode apostar que a atitude deles muda muito em função da sua. Mostre para o motorista que você sabe o que está fazendo, que está vendo que ele está lá e mostre o que você vai fazer. Faça com que ele saiba para onde você vai e para onde não vai também. Sinalize com as mãos, apontando mesmo, sem medo ou vergonha.

Faça com que te vejam de noite. Coloque luz atrás e na frente e troque as pilhas sempre. Use capacete com aqueles adesivos que refletem a luz dos faróis e se possível ande com roupas claras.

Além disso, tem o básico de tudo: não ande na calçada! Não pode mesmo e deviam tomar a bike dos caras que fazem isso! Imagine a sua vó saindo na porta de casa e ao pisar na calçada vem um ciclista e passa por cima dela. Foda, né?

Sei que todo mundo fala isso. Então, por que diabos ainda ando por aí e vejo uma porrada de ciclistas sem NENHUM desses itens? Isso quando não estão na contramão… Shame on you!

É feio o capacete? Feio é a cabeça do camarada amassando no capô de um carro, abrindo num poste ou ralando no asfalto quente! Isso sim é bem feio e pode apostar nisso, porque sei do que estou falando! Se quiser outra referência de feio, pensa na ferida que fica depois, quando o camarada está se recuperando do capote. Zoado!

A parte do ciclista começa por aí, mas sei que também tem alguns motoristas que não ajudam nada. Parece que nunca foram para uma cidade pequena onde dividimos as vias com bikes, cavalos, charretes e outros desses veículos diferentes de carro, moto, ônibus e caminhão.

Por causa de algumas investidas com os carros para cima das bikes e das coisas que escuto, parece até que alguns pensam que as ruas são só para os motorizados ou que o Código de Trânsito muda de cidade para cidade, mas não é bem por aí. Na habilitação de todo mundo está escrito “válida em todo o território nacional”.

Por isso, se a gente respeita o tiozinho que volta da roça pedalando na rua, é para respeitar também o ciclista que volta do escritório pedalando na Rebouças ou na Faria Lima.

Nesse ponto é que o assunto desenrola, porque nada disso é falado nas auto-escolas. O que estudamos para passar na “provinha do DETRAN” todo mundo sabe ou deveria saber, mas o que não estudamos é bem a parte que estão falando das bikes e outros “Veículos de Propulsão Humana”.

Bonito nome, não? Prazer, VPH! Eu também não conhecia esse termo antes de começar a pedalar e isso não é um problema, porque agora já estamos sabendo e falando sobre o assunto.

Para ajudar mais nessa questão, achei que seria uma boa compilar algumas referências do Código Nacional de Trânsito, que falam sobre as bikes, para um próximo post. Até porque este aqui já tá bem grande.

Sei que o assunto é polêmico. Então, todos os comentários, sejam favoráveis ou contrários à qualquer parte do post serão aceitos, mantidos e discutidos… Mas e aí, continuo ou não com esse assunto?

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Postado por Daniel Calmazini em Pedalices e tem (10) Comentários

Bike no japão – podemos copiar isso

Mais uma que saiu na Globo.com e essa matéria é realmente muito boa!

Não é novidade que os japoneses usam a bike como transporte do dia a dia – e isso é algo que poderia muito bem acontecer por aqui – mas bike, para eles, parece ser bem mais do que isso. Tem coisas bem interessantes na maneira como eles pedalam por lá.

É fato que eu não conseguiria pedalar segurando um guarda-chuva e lá, acreditem, é proibido pedalar com guarda-chuva aberto na mão! Como eles conseguem?!

Tem gente que não gosta de dirigir. Claro! Pedalar é MUITO mais legal. Só que a ponto de cobinar a bike com o sapato e com a roupa, só os japoneses – e o Danilo Ferreira (haha) – para conseguir isso mesmo! Sem falar que as mulheres ainda pedalam de salto alto numa boa!

Diz na reportagem, que Tóquio tem a população maior do que a de São Paulo – fui conferir e a Cidade de São Paulo tem 11.037.593 (2009 – IBGE) enquanto Tóquio tem aproximadamente 12.790.000 (Wikipedia) – e quase não tem engarrafamento, por causa das bikes!

Além disso, Tóquio não tem ciclovias! Isso mostra quanto nós (o povo) podemos fazer a diferença, quando realmente queremos algo. Confira mais detalhes no video da Globo:

Como disse a brasileira que mora em Tokio e que, de bike, em 25 minutos está em casa: “bicicleta é bom, de bicicleta a gente vê a cidade”. É isso aí, eu concordo!

Nós mandamos o Zico, para ensinar os caras a jogar bola e em troca podemos aprender a pedalar com eles! O que vocês acham?

<><><> Atualização de ultima hora no post!<><><>

Contribuição especial da Luciene @luci_n. Uma amiga que trabalha na Exame, aqui na Abril também!

A Lu me mandou fotos que ela mesma tirou em Kyoto, da mulherada toda trabalhada – como diria a Tamara @tamaravilha – pedalando e disse que não é só por causa das bikes que não tem trânsito.

Imagina a mulherada pedalando assim pela Faria Lima, por exemplo:

Segundo a Lu, “as pessoas usam as bikes pra andar pelas distâncias ridículas que sobram entre as casas e os destinos sem trem ou metrô”. Está aí outra coisa que podemos copiar também!

Obrigado pela contribuição Lu!

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Postado por Daniel Calmazini em Pedalices e tem 1 comentário

Garagem de Bike no Japão

Essa foi uma dica da Jak, que trabalha no Abril.com, com a gente lá na Digital!

Ela me mandou o seguinte video:

Boua sacada dos japoneses para guardar as bikes! Eles sempre arrumam um jeito de empilhar as coisas de forma inteligente e tecnológica. Gosto disso!

Será que com os investimentos em ciclovias e todo esse marketing que os políticos estão fazendo envolvendo as bikes, a gente, algum dia, vai ter um treco desses aqui em São Paulo?

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Postado por Daniel Calmazini em Pedalices e tem (2) Comentários
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