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07/12/2009 - 4:20 pm
Antes de chegam na Fazenda Milhã, já sabíamos que nesse dia, pedalaríamos uma parte a noite. Como na reuniãozinha de grupo, todo mundo topou, já tínhamos preparado as luzes das bikes e seguimos.
Paramos num posto para comprar água e alguma coisa pra comer no caminho.
Pegamos a estrada de Capivari até Mombuca de noite. O Asfalto era bom e deu para desenvolver bem. No começo foi só subida, mas no final desce até a cidade e deu para desenvolver bem.
Chegamos na pousada da Val, fomos muito bem recebidos, desfizemos as mochilas, banho, rango bom, escrevi os posts do primeiro dia capotei.
O pedal de Capivari Até Mombuca foi de 19Km.
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- 4:19 pm
Saindo da Pousada, passamos pelo meio da cidade e logo estávamos numa estrada de terra.
Nessa parte, pedalamos pelo meio de muitos canaviais. Era cana para todo lado e nosso objetivo era chegar na Fazenda Milhã.
Pelo horário, não conseguiríamos ser atendidos. A fazenda só recebe o pessoal até as 18h e pelos meus cálculos, pelas 18h estaríamos quase lá, mas quase não é lá.
Nessa hora, reuniãozinha de grupo e decidimos pegar o caminho alternativo sugerido para ciclistas em dia de chuva, que não passava por dentro da fazenda – forma muito barro. Isso nos deixaría na cara do gol para o outro ponto de refência.
Nesse percurso tem umas subidas boas e que são recompensadas com umas descidas animais no meio do nada.
Nós não achamos o desvio para a estrada que daria no desvio que queríamos e acabamos entrando na Fazenda mesmo.
Passamos o meio do caminho nessa parte. Tem uma placa avisando e tiramos foto.
É muito bonito o caminho e vai beirando a represa que abastece Capivari. O terreno é um pouco arenoso e isso segura um pouco a bike, mas vale o passeio.
Tem umas “frases de sabedoria eterna” no percurso, mas eu só conseguia ler a primeira linha de todas – estava rápido e prestando atenção no chão – e agora não sei moral de nenhuma história daquelas.
Algumas partes dentro da Fazenda Milhã passam por túneis de árvores e tem muitas curvas. Bem mountain bike mesmo!
Só fiquei preocupado com a quantidade de galhos que ficam pelo chão, porque algum pode ter espinho e furar o pneu ou estragar um raio se for muito forte e entrar na roda, mas passamos bem e seguimos para Capivari.
Foram 23km de pedal.
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- 4:14 pm
Saindo da Fazenda Vesúvio, o Danilo resolveu ir um pouco na frente. Tirei umas fotos e saímos na sequência.
Pedalamos e não chegávamos no Danilo. Pensamos “puts, ele deve estar puxando” e resolvemos parar para tomar um café no bairro do Buru.
Do nada o telefone do Denis toca… Era o Danilo, falando que pegou o caminho errado e pedalou desesperado, como uma vaquinha desgarrada do rebanho.
Esperamos o Danilo, tomamos um Gatorade, conversamos com o pessoal do local e seguimos.
Ainda sol, muito sol e a fome começou a apertar… Via um rebanho e pensava em milhares de woopers, big macs, churrascos…
O Danilo achou um tatú, mas não comeu, para não ficar com dor nas cóstas depois, mas tirou uma foto. Ah! E uma vaca lambeu a bike dele.
Chegando em Elias Fausto, antes mesmo de procurar a pousada, paramos no primeiro açaí que vimos e mandamos logo o maior que tinha.
Chegamos na pousada – um lugar bem legal – carimbamos as credenciais e fomos almoçar num restaurante por quilo, recomendado pelo dono da pousada.
Daí, tocamos para o próximo ponto, que é a Fazenda Milhã em Capivari.
Esse pedal deu 24Km.
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- 1:06 pm
Café na Fazenda, geral nas bikes, mochilas arrumadas e bikes na estrada! Começa o segundo dia de pedal subindo, mas nada complicado. Pegamos uma estrada de terra que as vezes tinha um pouco de areia.
Começa um trecho de alfalto, onde atravessamos a linha férrea por baixo e seguimos até chegar terra de novo.
Esse pedaço vai assim – entre asfalto e terra – até a entrada da Fazenda Vesúvio, que para chegar é preciso atravessar a Rodovia Santos Dumont e pegar uma marginal subindo até a porteira.
O Danilo está comentando que essa marginal tinha uma pavimentação muito ruim e foi chato por causa disso.
A Fazenda é muito legal e á produtiva. Faz leite, queijo e feno para alimentação de gado. O almoço estava sendo preparado e o cheiro era muito bom, mas não era para nós.
O sol estava muito forte e castigando. Compramos água, pois sabíamos que ainda tinha chão pela frente.
Foi um trajeto de 18Km entre uma fazenda e outra.
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05/12/2009 - 11:33 pm
Para chegar na Fazenda Cana Verde – que, adivinhem, tem produção de cana – pegamos muito sobe de desce, mas esses “desces”dá para curtir bem a bike.
A gente cruza a Marechal Rondon, não sei que diferença isso faz, mas está na planilha e no meioo do caminho tem um armazém, o famoso e muito antigo, Limoeiro. Depois coloco as fotos do celular do Denis.
O lugar é bem legal e o Danilo estava louco por um sanduiche-iche de mortadela.
Depois do rango, carimbamos as credenciais e pegamos a estrada de novo, terra e mato pra todo lado até a Fazenda Cana Verde.
Nessa hora, testamos a nossa técnica para evitar cachorro comedor de canela de ciclista. Depois do passeio, faço um post só com dicas e essa aí estará lá também.
Chegando na fazenda, descansamos, conhecemos uns caminhantes, banho e rango.
A comida era boa, caseira e de fogão a lenha. Tinha sobremesa de doce de leite, de banana, uma fruta que não identifiquei em caldas e mais outras coisas boas.
Tinha um papai noel que o Danilo adorou e queria colocar na bike para ir brincando no caminho e umas cadeiras mito confortáveis do lado de fora.
O café da manhã é bom também. Nós arrumamos nossas coisa depois do café, demos uma geral nas bikes e seguimos para a Fazenda do Vesúvio.
Até a Fazenda Cana Verde deu mais 24Km de pedal.
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