Fazia tempo que eu não pedalava a noite pela cidade. Tem feito muito calor e, talvez por isso, as noites têm sido abafadas. Isso sem falar das chuvas! Esse tempo não me motivava para o pedal nem um pouco.
Hoje foi um dia de descanso de uma semana puxada no trabalho e o friozinho que está começando a fazer me deixou com vontade de pedalar. Então, peguei a Sharon e fui dar uma volta.
Pedalei aqui por Pinheiros mesmo e aproveitei para tirar a dúvida sobre o trajeto que um amigo – Mauricio, o mais novo biker da casa – talvez comece a fazer com certa frequência. Voltei para casa e fui passear por aí.
Não foi nada puxado – estou fora de forma para exageros – só um café em Moema e voltei. Queria, como disse uma amiga, sentir um pouco de vento na cara, né Gabi?
Foi legal, como sempre, e vi uma coisa bizarra no Café Donuts – ou roscafé, como a gente apelidou o lugar – que foi onde resolvi parar. Era um cara que dava risada abanando as duas mãos! Era muito engraçado e não parecia ser de zoeira, porque ele fazia isso em quase todas as risadas mais altas que dava, inclusive no caixa! Era um tipo magro, alto, cabeçudo e com cabelo maluco. O que deixava tudo mais bizarro ainda!
Ah! Depois entraram uns doidos tirando foto com todo mundo do lugar e tiraram uma comigo também. Ninguém entendeu nada! Algumas pessoas fizeram cara feia, mas ninguém barrou os malucos e todos sairam nas fotos com eles. Só não sei o que vão fazer com as fotos agora, mas também não me importa.
Bom, agora vou dormir. A noite foi da Sharon e a manhã (talvez) será da Natasha. Afinal, preciso dar atenção para todas!
No ano passado ouvi na CBN que fariam uma Ciclovia na Marginal Pinheiros. Eu não acreditei, mas sempre tive vontade de pedalar naquela parte que beira o rio.
O problema é que a terra de lá deve ter mais coliformes fecais que qualquer outra parte da cidade e levar um tombo poderia ser nojento, além de dolorido.
Mas não é que saiu a Ciclovia mesmo? A Carol que trabalha aqui no Abril.com que me contou! Sábado agora, dia 27/02/2010 será a inauguração! A Ciclovia vai ligar da Usina de Traição até perto da Represa Billings.
Agora tenho que ir para uma reunião com o pessoal da Quatro Rodas, mas depois escrevo mais.
Algumas coisas na vida acabamos fazendo somente uma vez ou somente numa determinada época e essas coisas devem ser documentadas. Sempre tento fazer isso… Falo das coisas e de documentar de alguma forma também!
Já que estou escrevendo o SMBikers, andei procurando algo diferente nos meus arquivos e achei um material da época que costumava descer escadas de bike.
Estou preparando uma série com (talvez) 4 posts que vou chamar de “Escadas de bike em São Paulo” e vou tentar escrever um pouco sobre isso. Um deles eu já soltei e é esse aqui: Escadas de bike em São Paulo.
Esses posts terão vídeo e isso podem demorar um pouco. Estive editando alguns e talvez ainda queira mexer mais (ou não ).
Além de ser a primeira vez que resolvemos descer uma escada, esse é também o primeiro video que resolvi editar sobre pedal.
Até então só tirávamos fotos, já que só tivemos – até esse dia – idéias não muito bem sucedidas para prender uma câmera digital para filmar na bike. Mas nada como a persistência para ter novas as idéias e seguir melhorando.
A tecnologia móvel disponível na época não era lá grandes coisas, o Denis tinha um Motorola Rokr e eu um Motorola e398. Foram os piores celulares com mais funções do que fazer e atender chamadas que já tivemos. Sem falar nas gambiarras que fizemos nos aparelhos, para mudar o Sistema Operacional e otimizar funções que acabaram trazendo alguma confiabilidade e possibilitaram parte dos registros a seguir:
Nesse vídeo tem também a primeira triha que fiz e talvez use de novo em outro post. Além disso, tem algumas fotos de pedais noturnos que costumávamos fazer pela cidade, mas o importante para este post está mais para o final do vídeo (lá para o minuto 1:44), que é a parte que o Denis filma as escadarias do Teatro Municipal.