Pedais Por Aí | SMBikers - Part 2

Escadas de Bike em São Paulo – SMBikers 01

16/02/2010 - 4:49 pm
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Além de ser a primeira vez que resolvemos descer uma escada, esse é também o primeiro video que resolvi editar sobre pedal.

Até então só tirávamos fotos, já que só tivemos – até esse dia – idéias não muito bem sucedidas para prender uma câmera digital para filmar na bike. Mas nada como a persistência para ter novas as idéias e seguir melhorando.

A tecnologia móvel disponível na época não era lá grandes coisas, o Denis tinha um Motorola Rokr e eu um Motorola e398. Foram os piores celulares com mais funções do que fazer e atender chamadas que já tivemos. Sem falar nas gambiarras que fizemos nos aparelhos, para mudar o Sistema Operacional e otimizar funções que acabaram trazendo alguma confiabilidade e possibilitaram parte dos registros a seguir:

Nesse vídeo tem também a primeira triha que fiz e talvez use de novo em outro post. Além disso, tem algumas fotos de pedais noturnos que costumávamos fazer pela cidade, mas o importante para este post está mais para o final do vídeo (lá para o minuto 1:44), que é a parte que o Denis filma as escadarias do Teatro Municipal.

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Pedal Noturno que saiu no susto

21/11/2009 - 11:05 pm
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Um pedal noturno que saiu no susto!

Para não fazer um post muito longo, vou contar só o caminho…

Saindo aqui de Pinheiros, pegamos a Faria Lima (dessa vez não para pedalar na Ciclofaixa, porque é só domindo de manhã) e esticamos até a Berrini pra dar uma aquecida. Fizemos o retorno e fomos pela Cardoso de Melo até a Hélio Pellegrino, para chegar em Moema.

Em Moema pegamos um pouco de chuva e demos um pulo na Rua Normandia, para ver se já tinha alguma coisa de Natal por lá, mas só uma ou duas casas.

Voltamos pela Av. Repúbica do Líbano, porque queríamos subir a Av Brigadeiro Luís Antônio e de lá até pedalamos a Av. Paulista toda.

Pegamos a Bela Cintra e Augusta até o centro da cidade e fomos para Higienópolis pela Maria Antonia. Depois para Perdizes pela Av. Pacaembu, subimos a rua Cardoso de Almeida e descemos a Cardeal Arcoverde, para volta para casa.

Mapeamos o pedal com o Nokia Sports Tacker e quem quiser ver o percurso, pode licar aqui em Pedal Noturno SMBikers.

No gráfico da direita, dá para clicar em Altitude para achar as subidas.

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Pedalando de manhã

18/11/2009 - 10:50 pm
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Agora é acordar pela manhã e pedalar! Com esse pensamento fui para cama ontem a noite.

Tocou o despertador e antes de levantar, fiquei um minuto na cama, ouvindo o barulho da manhã… O silêncio… Um carro… Um busão e… PASSARINHOS! Aeeee! Bom sinal! Parece que não tem chuva lá fora! Ao som de, acho que, pardais – porque é o que mais tem nessa cidade – levantei, olhei pela janela e lá estava o sol, no céu azul e sem jeito de chuva. Daí pensei: deu certo, o tempo está bom! Então, bora pedalar!

Preparando a bike

A logística com as coisas da bike ainda não está das melhores. Estou reacostumando com essa história de acordar e pedalar. Aí tinha sapatilha de um lado (já mostrei o que é uma sapatilha no post Bike Memory… Uma época de pedal frenquente), capacete e luva do outro, óculos sujo. Poutz!

Depois do trampo para achar tudo que precisava, fui saindo e lembrei que meu pneu furou no pedal que chamei de Sunday bike e estava sem câmara reserva na bike. Volta pegar a chave do quartinho, para pegar mais uma câmara e guardar na bike. Aí sim!

Finalmente, com a bike ok, eu ok e a playlist ok… Ufah! Bike pra rua!

Bike na rua

Escolhi o de mais gosto de ouvir pedalando: AC/DC pra dar o tom do pedal e pra quem já sabe disso, tenho certeza que está na ponta da língua qual foi a música escolhida para começar a playlist…

She was a fast machine she kept her motor clean
She was the best damn woman that I ever seen…

E lá fomos nós (a Sharon, o Brian, o Angus, o Malcolm, o Cliff e o Chris) pedalando até o Parque Villa Lobos, só para ver como eu estava de pique.

Chegada no Parque Villa Lobos

No parque Villa Lobos, a única coisa ruim é que tem gente correndo e andando na ciclovia… Pode uma coisa dessas? Não, não pode! Só que não vou falar disso aqui, porque o dia estava perfeito para pedalar hoje.

And what about Sharon?

Cool as use to be… Nenhum problema e nada de furar pneu dessa vez. Só para garantir, encostei num posto durante o caminho e dei uma calibrada no traseiro (ops! no pneu traseiro da Sharon) para seguir sussa.

Pedalar ao som de “Acê/Decê Láive” é qualquer coisa! Vocês deviam considerar essa possibilidade! Dei duas voltinhas no parque e voltei pra casa.

Missão cumprida, volto pra casa

No caminho da volta tinha trânsito, claro! É nessa hora que eu vejo vantagem. Passei inclusive as motocas que não cabiam entre os carros e que, mesmo com o farol aberto, não conseguiam se movimentar.

Foi fácil! Simplesmente desmontei da bike, empurrei pela calçada (não é para ficar pedalando na calçada, carai) até passar o funil de carros e motos, montei novamente e segui meu caminho.

Experimentei algumas arrancadas nos semáforos, só para ver se continuo com a mesma força de antes e é claro que não é mais a mesma coisa, mas já sei que é só uma questão de treino.

E na volta, bem no final, mandei um sprint na (subidinha da) Pedroso pra gastar o último nitro e bem na rua de trás, a trilha sonora fechou com “For those About to Rock” até chegar em casa.

Cheguei, banho e corri pro trampo!

Bom, vou ficando por aqui, porque amanhã, quero ver se pedalo de novo e encerrando o post no clima de Acê/Decê, para poder arrumar as coisas para o pedal de amanhã:

For those about to bike, we salute you!

Km 16.36
Mx 37.5
Tm 00.42.24
Av 23.1

Bike Memory… Uma época de pedal frenquente

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Pedalar na Rua (bike pro trabalho)

17/11/2009 - 12:35 am
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Escrevi o post “Bike Memory… Uma época de pedal frenquente”, contando como era voltar do trabalho para casa de bike, quando morava no Tatuapé.

Escrevi também o último post “Bike na estrada pela primeira vez – Bandeirantes” e comentei que, na época em que foi filmado, estava tentando descobrir uma maneira de prender o celular na bike, para ter mais fimalgens ao pedalar na rua.

Agora escrevo este aqui, para dizer que depois de algumas idéias que não funcionaram muito bem, acabei arrumando uma maneira boa de filmar sem precisar ficar segurando o celular com uma das mãos.

Testei durante vários trajetos casa-trabalho-casa até homologar e poder pedalar na rua sem me preocupar com o celular.

Isso rendeu vários pedaços de vídeos e um desses dias acordei mais cedo para pedalar na rua, prestando atenção no celular e filmar o caminho todo.

Esse pedal tem mais de um anono vídeo a data está errada e eu não vou arrumar - foi em setembro de 2008, mas só há pouco mais de um mês resolvi editar e transformar todos os pedaços em um vídeo só:

Nesse vídeo só mostra da minha ex-casa até o centro da cidade de São Paulo, porque a bateria do celular acabou.

Uma observação: esse vídeo deu pau uma vez no windows movie maker – claro que ia dar pau – e fiquei um tempão para conseguir resolver no próprio windows movie maker e quando consegui recuperar, ficou sem o audio do video original. Só tem as trilhas, para tentar salvar o audio comprometido do video.

Sempre fazia testes de aplicativos mobile que achava que podiam ser úteis para alguma coisa  um dia e nesse, exagerei um pouco. Acabei exigindo muito da bateria do Nokia N95 só porque ele é multitask. Lá lá lá lááá!

Muita gente me pergunta como é pedalar na rua, se é perigoso, se os carros jogam em cima, se tem que ir na contramão, se demora ou se é mais rápido que de carro mesmo, se cansa, enfim… Tudo o que eu também queria saber antes de colocar a bike na pista.

Espero que esse vídeo mostre um pouco de como é pedalar na rua e usar a bike no dia a dia, para ir para o trabalho.

Qualquer dúvida, deixe um comentário que eu responderei ou explicarei e quem mais quiser contribuir, pode responder qualquer dúvida nos comentários também.

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Bike na estrada pela primeira vez – Bandeirantes

12/11/2009 - 12:56 am
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O Can já tinha ido, o Denis também e finalmente chegou a minha hora de pegar a estrada de bike. Era 23 de junho de 2007 e esse dia foi só um exercício, para sentir como seria a encrenca de pedalar até Campinas. Objetivo maior dessa experiência.

Como todo pedal nosso de final de semana, saimos impreterivelmente 8h30 – 11h00 da casa de alguém – e nesse dia foi da casa do Denis – sem desculpas e sem atrasos.

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Na época eu estava com a Sharon (minha TREK 4500) e o Denis com a Caloi Elite Pro 2.7 dele, que serviu muito bem em todos os pedais que fizemos e foi guerreira até o fim!

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Na maioria das vezes, ia de bike da minha casa (no Tatuapé) até a casa do Denis (em Perdizes), mas não estou lembrando se nesse dia fui de carro ou de bike mesmo. Pela cara do mané descabelado aí da foto, to achando que fui de bike, mas Denis, me ajuda a lembrar, por favor, e manda um comments! Belê?

O mais importante é que saímos e fomos pedalando até o acesso para a Bandeirantes. Quando pegamos a estrada, não tinha noção de que esse pedal seria dificil. Nunca tinha encarado uma dessas e acabei puxando mais do que devia no começo.

A gente forçava nas subidas e pedalava o máximo que dava nas descidas. Coisa que era realmente necessário – mas não tanto quando a gente puxava – porque em vários trechos tinha muito vento contra. Tanto que se a gente não pedalasse, a bike quase parava, inclusive nas descidas.

Bom, isso me esgotou. Não cheguei a sentir cãimbra, mas senti minha virilha doer mais do que o de costume e resolvi não forçar mais. Então, pedi para pararmos no final da última subida, logo antes do posto, para alongar.  Não queria me quebrar, porque era só o começo do dia ainda.

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Depois de alongar, pedalamos mais um pouco e paramos no posto, para tomar um café com leite e pão de queijo. Tinha outros bikers lá. Eram legais as bikes deles, mas não eram do mesmo estilo que as nossas. Vimos, comentamos, fotografamos e paramos as nossas mais perto da entrada.

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Depois de uma respirada, pão de queijo e um café com leite, estáva novo e sabia que podia continuar, mas dessa vez com mais moderação na puxada. O Denis, que já tinha feito esse percurso, concordou que puxamos mais do que devíamos nessa parte.

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Na época desse pedal, não fazia idéia de como era pegar a bandeirantes com bikes desse tipo, mas isso é outro assunto. O caso aí é que fomos embora junto com eles e seguimos a estrada rumo ao pedágio, que era o objetivo do dia.

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Pedalar na estrada não é nada igual à pedalar na cidade. Alguns detalhes acabam fazendo muita diferença. As subidas, por exemplo, que as vezes não não muito íngimes, mas são muito longas e para um carro a 120km/hm parece só uma inclinação, mas para um ciclista com vento contra pode parecer interminável.

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Na estrada não há semáforos, nem cruzamentos onde podemos parar e respirar. Temos que nos concentrar no nossos movimentos, “ouvir” nosso corpo e entender quando é hora de relaxar mais uma perna, mudar um pouco o ritmo do pedal ou achar outra posição na bike – é, tem isso sim – e o mais importante: a hidratação.

Parece besteira, mas às vezes esquecemos de beber água e ficamos muito tempo com sede ou bebemos muito logo de cara e ficamos sem quando precisamos. Daí sofremos mais, porque não racionalizamos.

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Se você conseguir controlar bem essas variáveis – o que é uma questão de costume – pedalar na estrada pode ser muito legal. Mais até do que parece, porque aí você consegue aproveitar as coisas da estrada como a velocidade, a sensação de pedalar sem parar e por aí vai.

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Então, aí a gente chegou no pedágio. Fotinho! Haha!

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Fotinho Rock ‘n Roll!

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Depois disso, paramos com as fotos. Rolou um video, que outro dia atualizo aqui – porque os MALAS do Youtube disseram que tem faixas de audio não autorizadas e acho que terei que reeditar, só para citar todas no final -

e fomos pedalando direto para SP. Chegando na cidade, resolvemos esticar até a Decathlon.

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Chegando na Decathlon, o dia já estava escurecendo e a gente ainda ia sair a noite. Acabou anoitecendo e voltamos do Morumbi para a casa pedalando. Daí banho e balada! Vida de biker é bem mais agitada quando a gente pedala. Dá para encarar mais de 100km de pedal no sol e com vento contra e esticar uma balada a noite. :P

No total foram 116,77Km de pedal nesse dia e tive algumas lições muito importantes de resistência, cadência e conhecimento dos meus limites, que me foram muito úteis em outros pedais. Valeu cada km esse pedal! Chupa essa manga, que acabei de criar um bordão!

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