Quem nunca esqueceu a corrente/cabo de aço em casa, quando saiu para pedalar ou estava pedalando por aí sozinho e deixou de parar em alguns lugares bacanas, porque não trouxe de propósito?
Bom, isso já aconteceu comigo e eu fico com medo de largar a bike em qualquer canto.
Parece que com o Kevin Scott ou com algum amigo dele, também acontece esse tipo de coisa. A diferença e que esse cara teve uma idéia fantástica!
Fez uma “bike de amarrar no poste” e a chamou de “The Bandable Bike“!
Reparei que ele ainda não resolveu o problema dos freios e nem dos câmbios. Acho que ele devia dedicar algum tempo, pelo menos, aos freios… Pedalando com a língua para fora assim, qualquer tombinho já é o suficiente para o Kevin não conseguir mais explicar o projeto para ninguém!
De qualquer forma, o macanismo que ele desenhou parece sem bem simples! Gosto de coisas assim! Fantástico!
Pra quê um dínamo de cubo? Pra carregar o celular!
É importante ter uma forma de obter energia extra para os gadgets durante o pedal. Antigamente não tinha jeito. Tinha que parar em algum lugar com tomada, se quisesse recarregar algum brinquedo.
Com o tempo, começaram a parecer soluções que usavam carga de pilhas para alimentar baterias de celulares e outros gadgets. Depois, vieram as photocelulas com algum tipo de recurso para armazenar energia solar.
Hoje achei um produto da Shimano, que certamente TODO MUNDO já pensou… É um dínamo de cubo! PQP! Isso é legal!
Olha o que esse tiozinho inventou com o brinquedo:
Bom, fiquei louco pra encontrar uma parada dessas e no Mercado Livre achei um dinamo de cubo dianteiro Sturmey Archer de maio 1955, por duzentos mangos. O que confirma a minha teoria sobre as nossas “idéias inéditas”. Hehe!
A Shimano tem uma linha completa com esses Dynamo Hubs e vale dar uma olhada no site!
O bicicReteiro colocou esse cubo na bike dele e fez o Circuito do Vale Europeu! Será que funcionou ou deu algum problema para ele durante o pedal?
Hoje pela manhã, li no Estadão uma reportagem que preciso comentar aqui!
São pelo menos 240 mil paulistanos que usam a bike como transporte diariamente, segundo pesquisa do Metrô.
70% das viagens são para trabalhar e se considerarmos compras, escolas e outras viagens desse tipo, o índice sobe para 96%.
Isso mostra algo que já havia comenado por aqui, sobe a bike, há muito tempo, já não ser mais um brinquedo de final de semana. Isso é uma percepção de quem só viveu em grandes centros.
Para evidenciar ainda mais a viabilidade da bike como meio de transporte e não apenas como lazer, são só 4% dos ciclistas de São Paulo (uma cidade que privilegia os carros) que usam a bike para passeios em parques.
Além disso, a cidade de São Paulo já tem mais de 50km de ciclovias (é pouco, mas é algo) e por experiência própria, sei que é perfeitamente possível reduzir o tempo de um trajeto de 2 horas (ou mais) para 40 minutos aproximadamente.
Tem bicicletários em algumas estações do Metrô e da CPTM, tem empresas como a Porto Seguro administrando bicicletários e oferecendo bikes para quem quiser pedalar ao invés de dirigir.
Já são vários pontos a favor da bike, mas também já comentei por aqui, que não basta o cidadão querer usar sua bicicleta se não houver estrutura para isso.
Não falo apenas de ciclovias e bicicletários, mas também das empresas, que podem disponibilizar chuveiros, vestiários e locais adequados (que não é nada de outro mundo) para os seus funcionários pararem suas bikes.
Agora tem uma lei sendo regulamentada, que obriga estabelecimentos comerciais a oferecerem “paraciclos”, mas insisto que se houver um pouco mais de boa vontade, nenhuma lei nesse sentido é necessária.
Seja por necessidade ou ideologia, a bike merece um destaque maior, pois para curtas distâncias resolve o problema de muita gente, inclusive as que não podem usar a bike no dia a dia, seja por qual motivo for.
Outra observação sobre essa matéria do Estadão e fato constatado desde que comecei apedalar, é que somente 1 a cada 10 ciclistas é do sexo feminino!
Comercial da Monark lançando a nova linha em 1978:
Quem lembra desse comercial?
Eu não lembro, porque nem cheguei a ver, mas achei legal! É para o público adulto e foca nas bikes, mas já trás um pouco daquele toque dos anos 80 que, do nada, paracem mulheres de biquini (o clipe bicicleta é um exemplo).
O final do comercial é bem interessante também. Vale a pena ver (de novo)!
Há algum tempo, numa noite dessas de MSN em casa, estava conversando sobre o Blog com a minha amiga Renata, que escreve o blog Hello Renats e ela fez a seguinte sugestáo de post:
Putz, falando em Tour de France, conhece a banda Krafwerk? É bem antiga… É uma banda alemã dos anos 70, praticamente os “pais” da música eletrônica, basicamente utilizavam sintetizadores, bem minimalista mas teve um episódio interessante…
Um dos integrantes da banda foi pra cidade aonde acontece essa prova, e foi atropelado por um ciclista, e ficou internado. Nesse tempo ele escreveu uma música, que posteriormente virou a capa de um dos álbuns dele. O Clip tem umas imagens bem legais da época. São 5min que valem a pena!
Eles já vieram pro Brasil 2vezes (a Renats foi as duas).
A imagem do fundo do clip é a da capa do single “Tour de France” que a banda lançou pela EMI em junho de 1983 e os cliclistas dessa capa representam a banda nas bikes do Tour de France.
O design foi adaptado de uma imagem que tinha aparecido em um selo postal da Hungria de 1953, que comemorava a abertura do Népstadion, em Budapeste.