O mundo da Compra Coletiva chegou para os ciclistas e já vem chutando o balde!
Segundo a Wikipedia: “o conceito de compra coletiva é quando um grupo de consumidores se reúne e usa uma velha regra de ouro, não há melhor tática que agrupar várias pessoas para alcançar o menor preço possível com um estabelecimento.”
O site 321Comprei (http://www.321comprei.com.br/) conseguiu uma oferta imperdível pra quem ainda não fechou o presente de Natal: uma Trek 1.2 Speed com 40% de desconto na Tutto Bike (http://www.tuttobike.com.br/)!
(peguei essa foto no site da Tutto Bike e é apenas ilustrativa, mas o modelo é esse!)
Tenho uma Trek (MTB), conheço a Tutto Bike e o 321Comprei. Recomendo a marca Trek, a loja da Tutto e site 321Comprei!
Essa iniciativa bem legal da nike – e parece que, em parceria com a Livestrong – imprime no asfalto, por onde as bikes do Tour de France passam, mensagens de otimismo e esperança de 40 caracteres, enviadas para o twitter do @chalkbot. Manda a sua aí!
Alguns amigos me mandaram um link da Superinteressante que eu achei muito legal e resolvi fazer este post divulgando. É sobre, segundo eles, a melhor trava de bicicleta do mundo!
Já pensou, poder prender a bike e mandar lá para cima no poste? O problema é você voltar e ter mais duas logo abaixo da sua! Haha!
Para quem quer conhecer um pouco do tão famoso Tour de France, segue um vídeo do percurso desse ano:
Muita gente pensa que o caminho é contínuo, mas o Tour é divido em etapas e cada uma representa predominantemente um trecho de montanha ou de plano. Em cada um desses trechos pode acontecer uma mudança considerável na liderança geral da prova.
O final de uma etapa, pode ser em uma cidade e a largada, no dia seguinte, pode ser em outra. Para a etapa final, os competidores pegam até um trem para chegar em Paris e encerrar a prova.
Para quem já pedala, pode não ser novidade, mas tem muita gente que não sabe que a cidade tem estrutura para os ciclistas, principalmente nos finais de semana e essas iniciativas estão para ser ampliadas.
Entre as dicas tem os parques e as ciclovias. Dá uma conferida lá no site!
Logo que comecei a pedalar e fazer algumas trilhas, comecei a querer fazer cada vez mais coisas de bike. Foi quando o Denis veio com a idéia de fazer o Caminho da Fé. Não fazia idéia do que era e comecei a procurar (no google) que catzo era isso.
No começo, queríamos fazer em 4 amigos: o Can, o Diego, o Denis e Eu. Fizemos alguns pedais, com café, obviamente, para falar desse. Nas primeiras conversas, não entrávamos em acordo. Até porque, cada um tem um perfil diferente e ninguém sabia nada sobre o tal caminho. Só suposições com relação ao tempo, esforço, riscos e tudo mais.
O único que estava mais tranquilo era o Denis, que tinha, além de um preparo físico melhor, um pouco mais de conhecimento sobre o pedal. Decidimos então que precisaríamos fazer um planejamento bem feito, se quiséssemos mesmo trilhar o Caminho da Fé.
Na época, o site não era legal como hoje e não tinha informação quase nenhuma. Basicamente tinha o mapa (desenhado) e alguns depoimentos do tipo “foi uma experiência única” e o caraleo, que não ajudavam em nada. Por isso, começamos a procurar em blogs de outros ciclistas que tinham feito e comentado sobre o percurso.
Com base nesses posts (alguns com vídeos) conseguimos entender a complexidade do percurso e melhorou o entendimento das conversas. Porém, ainda não era o bastante…
O Can, como todo bom escoteiro, queria garantir a nossa sobrevivência em qualquer tipo de situação e sugeriu que levássemos desde facas e barracas até pás dobráveis para o pedal. Enquanto eu, mal queria levar uma toalha de banho pra não carregar peso! Deu para sacar como eram as reuniões de planejamento? Hehe!
Fiz várias pesquisas em sites de turismo, IBGE, Clima e qualquer um que tivesse informações sobre as cidades que passaríamos. Coletei o máximo sobre a topografia, clima e distância das cidades que achei (hoje tem tudo isso pronto no site do caminho da fé) e assim, consegui fazer uma planilha com todas as informações que precisávamos para planejar.
Fiz isso, porque queria saber (o mais próximo o possível do real) quanto tempo levaria para percorrer cada trecho, levando em conta que mais subidas, mesmo que mais curtos, demoram mais para transpor (com chuva mais ainda) e mais decidas, mesmo que mais longos, podem ser bem mais rápidos.
Nesse momento, decidimos que faríamos o pedal em Abril, porque o Denis precisava agendar as férias. O Diego e o Can já tinham dito que não iriam conosco e acabamos fechando assim mesmo. Só que eu não teria férias. Só banco de horas (e como tinha hora! eram mais de 300!).
Bastava então, fechar o tempo que precisaríamos para concluír e começar a ver se tínhamos tudo o que precisávamos para a viagem.
Foi um planejamento de um ano, levantando informações sobre os lugares, estimando o esforço em cada trecho e analisando os problemas que outros ciclistas enfrentaram, para preparar o kit de ferramentas e peças reservas que nos salvaria. Sem falar da atenção com as nossas condições físicas em cada parte do caminho. O Denis fez inclusive treinamento com o Robertinho da Tutto Bike, para manuteção de algumas peças mais críticas da bike.
Com isso, fechamos que tudo seria feito COM CERTEZA entre 7 e 8 dias do nosso jeito… Parando, curtindo e fotografando tudo na boa. 7 dias se fosse tudo bem e 8 se tivéssemos todos os problemas.
Fizemos o checklist do que faltava e pedimos uma ajuda para o nosso amigo Robertinho com as peças. Com tudo pronto, agendei a “super folga” e esperamos o Denis sair de férias.
Fomos de busão até Descalvado e na rodoviária já montamos as bikes, para pedalar até o hotel. Nesse momento, o planejamento já estava em execução e tinha check point para rever o plano nas chegadas (hotel, pousada ou fazenda). Validávamos o trecho no almoço e sempre que precisávamos tomar alguma decisão crítica – e foram várias, ao enfrentarmos alguma situação adversa durante o percurso – revíamos o impacto que teríamos nos próximos dias.
Aqui tem algumas fotos e mais no final, uns videozinhos nossos que achei por aqui sobre o pedal.
Esse, com toda certeza, foi um dos melhores pedais que já fiz e valeu cada km pedalado!
Para quem não conhece, esse é um dos filmes mais legais de bike que já vi. O nome é “As Bicicletas de Belleville” e conta a história de um garoto que, obviamente, gosta mais de bicicletas do que qualquer outra coisa.
O filme é frances, feito em 2003 e parte da história envolve o Tour de France. O assunto é bike, claro!
Acho que “The Triplets of Belleville” – nome original do filme – foi muito bem-feito e por isso dispensa dublagem ou legenda.
O legal do filme não é só a história do garoto Champion. Tem várias micro-histórias que acontecem ao redor, contextualizando a principal e que fazem toda a diferença. Separei aqui, algumas imagens do filme:
O filme me prendeu a atenção até o final. No começo, achei um filme/desenho bem diferente, todo exagerado nas formas e na caracterização dos personagens.
Lá para o meio, eu já estava com todas as minhas hipóteses sobre os bandidos e torcendo pelos os mocinhos de forma que nada me tirava da frente da TV. Nem o todão que já tinha acabado!
O fim é muito bom também, mas não vou contar que “quem matou foi o mordomo” (hehe), porque também quero ver outra vez! Aqui tem o trailler: