Cicloturismo | SMBikers - Part 2

Archive

Monte Branco – Artemis (Quarto Dia)

28/12/2009 - 3:15 am
Share

Acordamos cedo e saímos com o tempo nublado… Pegamos um pouco de garoa no caminho.

Pedalamos em muitos canaviais, para variar, e aqui fica uma crítica: é totalmente desnecessário a quantidade de voltas que a gente tem que dar dentro de alguns canaviais, principalmente nesse trecho final.

Não é possível que não tenha nenhum lugar mais interessante para passar por entre essas cidades que não sejam as infinitas ruas de um canavial. Mesmo que não tenha, pra que fazer tantas voltas dentro do mesmo canavial?

Tinha uma ponte quebrada, mas passamos por ela mesmo assim.

Uma velha ficou com medo quando fomos pedir informação e saiu correndo. :P

Paramos para comer um misto numa padaria onde as pessoas nos atenderem muito bem, mas não tinham mais trufas geladas… Haha!

Veja todos os posts sobre essa cicloviagem, clicando na tag Caminho do Sol.

Share

Clube Arapongas – Monte Branco (Terceiro Dia)

- 3:03 am
Share

O trecho até Monte Branco tem bastante areia, muitos altos e baixos e umas descidas com rachaduras feitas pela água, cruzado a pista. Por isso foi uma das partes mais divertidas!

Chagamos numa pousada simples e com, talvez, a melhor comida do caminho.

Conhecemos Jesus – Aha! Eu sabia que um dia conheceria esse cara! – e passamos todas as sugestões de sinalização que poderiam beneficiar os ciclistas e também informamos sobre a condição da sinalização até lá.

Só pegava sinal da Claro na segunda trave do campo de futebol do lado de fora da casa.

O Danilo e Denis ligaram para suas respectivas e eu fiquei com o Saporro no quintal.

Saporro é um animal que parece uma mistura de sapo com cachorro. Depois eu explico…

Tentei subir o resto dos posts, mas não deu… Telefonia móvel no nosso país é UMA VERGONHA!

Veja todos os posts sobre essa cicloviagem, clicando na tag Caminho do Sol.

Share

Mombuca – Clube Arapongas (Terceiro Dia)

- 2:59 am
Share

Esse dia foi cansativo. Senti fome no caminho e subimos bastante

O Clube Arapongas estava fechado (FAIL) e todos estávamos cansados e com fome.

As pessoas nas casas da frente fazendo churrasco e nós só naquele cheiro de carne queimando na churrasqueira…

Comi uns amendoins, já que foi só o que me restou e seguimos até o Arraial mais próximo

Por sorte tinha um boteco aberto! Mandamos umas tubainas, chocolates, uns salgadinhos e levamos umas bolachas para o caso de alguém sentir fome até chegar em Monte Branco.

Veja todos os posts sobre essa cicloviagem, clicando na tag Caminho do Sol.

Share

Capivari: Fazenda Milhã – Mombuca (Segundo dia)

07/12/2009 - 4:20 pm
Share

Antes de chegam na Fazenda Milhã, já sabíamos que nesse dia, pedalaríamos uma parte a noite. Como na reuniãozinha de grupo, todo mundo topou, já tínhamos preparado as luzes das bikes e seguimos.

Paramos num posto para comprar água e alguma coisa pra comer no caminho.

Pegamos a estrada de Capivari até Mombuca de noite. O Asfalto era bom e deu para desenvolver bem. No começo foi só subida, mas no final desce até a cidade e deu para desenvolver bem.

Chegamos na pousada da Val, fomos muito bem recebidos, desfizemos as mochilas, banho, rango bom, escrevi os posts do primeiro dia capotei.

O pedal de Capivari Até Mombuca foi de 19Km.

Veja todos os posts sobre essa cicloviagem, clicando na tag Caminho do Sol.

Share

Elias Fausto – Capivari: Fazenda Milhã (Segundo dia)

- 4:19 pm
Share

Saindo da Pousada, passamos pelo meio da cidade e logo estávamos numa estrada de terra.

Nessa parte, pedalamos pelo meio de muitos canaviais. Era cana para todo lado e nosso objetivo era chegar na Fazenda Milhã.

Pelo horário, não conseguiríamos ser atendidos. A fazenda só recebe o pessoal até as 18h e pelos meus cálculos, pelas 18h estaríamos quase lá, mas quase não é lá.

Nessa hora, reuniãozinha de grupo e decidimos pegar o caminho alternativo sugerido para ciclistas em dia de chuva, que não passava por dentro da fazenda – forma muito barro. Isso nos deixaría na cara do gol para o outro ponto de refência.

Nesse percurso tem umas subidas boas e que são recompensadas com umas descidas animais no meio do nada.

Nós não achamos o desvio para a estrada que daria no desvio que queríamos e acabamos entrando na Fazenda mesmo.

Passamos o meio do caminho nessa parte. Tem uma placa avisando e tiramos foto.

É muito bonito o caminho e vai beirando a represa que abastece Capivari. O terreno é um pouco arenoso e isso segura um pouco a bike, mas vale o passeio.

Tem umas “frases de sabedoria eterna” no percurso, mas eu só conseguia ler a primeira linha de todas – estava rápido e prestando atenção no chão – e agora não sei moral de nenhuma história daquelas.

Algumas partes dentro da Fazenda Milhã passam por túneis de árvores e tem muitas curvas. Bem mountain bike mesmo!

Só fiquei preocupado com a quantidade de galhos que ficam pelo chão, porque algum pode ter espinho e furar o pneu ou estragar um raio se for muito forte e entrar na roda, mas passamos bem e seguimos para Capivari.

Foram 23km de pedal.

Veja todos os posts sobre essa cicloviagem, clicando na tag Caminho do Sol.

Share