Decathlon | SMBikers

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Pedal com Grazi Massafera

29/03/2010 - 1:03 am
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O Primeiro post com o novo layout não poderia ser com mais estilo!

Pedal com Grazi Massafera! É isso aí!

Depois de um dia inteiro pedalando, passei na Livraria Cultura e encontrei a Grazi por lá! Ela foi muito simpática e deixou tirar essa foto com ela:

Grazi Massafera e Calmazini SMBikers

Antes de encontrar a Grazi, fiz o seguinte pedal com o Denis, que saiu da casa dele e veio até aqui:

Saímos de casa, passamos na Ciclovesse, pegamos a Ciclofaixa, fomos tomar café da manhã em Moema na padaria Juriti. Fomos na Decatlhon, depois voltamos para casa. Passamos no ap novo do Denis, fomos até o Shopping Bourbon, depois para a Paulista – onde encontramos a Grazi – e pedalamos para casa.

O google paginou o pedal em 3 mapas. Então vou colar as páginas aqui, já que todas são do mesmo pedal:

Página 1:


Visualizar bike com daniel em um mapa maior

Página 2:


Visualizar bike com daniel em um mapa maior

Página 3:


Visualizar bike com daniel em um mapa maior

Deu 65 km mais ou menos.

Show de roda, como diria o Rick, esse dia de pedal!

Valeu Denis, valeu Grazi!

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Bike na estrada pela primeira vez – Bandeirantes

12/11/2009 - 12:56 am
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O Can já tinha ido, o Denis também e finalmente chegou a minha hora de pegar a estrada de bike. Era 23 de junho de 2007 e esse dia foi só um exercício, para sentir como seria a encrenca de pedalar até Campinas. Objetivo maior dessa experiência.

Como todo pedal nosso de final de semana, saimos impreterivelmente 8h30 – 11h00 da casa de alguém – e nesse dia foi da casa do Denis – sem desculpas e sem atrasos.

Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes1

Na época eu estava com a Sharon (minha TREK 4500) e o Denis com a Caloi Elite Pro 2.7 dele, que serviu muito bem em todos os pedais que fizemos e foi guerreira até o fim!

Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes2

Na maioria das vezes, ia de bike da minha casa (no Tatuapé) até a casa do Denis (em Perdizes), mas não estou lembrando se nesse dia fui de carro ou de bike mesmo. Pela cara do mané descabelado aí da foto, to achando que fui de bike, mas Denis, me ajuda a lembrar, por favor, e manda um comments! Belê?

O mais importante é que saímos e fomos pedalando até o acesso para a Bandeirantes. Quando pegamos a estrada, não tinha noção de que esse pedal seria dificil. Nunca tinha encarado uma dessas e acabei puxando mais do que devia no começo.

A gente forçava nas subidas e pedalava o máximo que dava nas descidas. Coisa que era realmente necessário – mas não tanto quando a gente puxava – porque em vários trechos tinha muito vento contra. Tanto que se a gente não pedalasse, a bike quase parava, inclusive nas descidas.

Bom, isso me esgotou. Não cheguei a sentir cãimbra, mas senti minha virilha doer mais do que o de costume e resolvi não forçar mais. Então, pedi para pararmos no final da última subida, logo antes do posto, para alongar.  Não queria me quebrar, porque era só o começo do dia ainda.

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Depois de alongar, pedalamos mais um pouco e paramos no posto, para tomar um café com leite e pão de queijo. Tinha outros bikers lá. Eram legais as bikes deles, mas não eram do mesmo estilo que as nossas. Vimos, comentamos, fotografamos e paramos as nossas mais perto da entrada.

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Depois de uma respirada, pão de queijo e um café com leite, estáva novo e sabia que podia continuar, mas dessa vez com mais moderação na puxada. O Denis, que já tinha feito esse percurso, concordou que puxamos mais do que devíamos nessa parte.

Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes5Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes6

Na época desse pedal, não fazia idéia de como era pegar a bandeirantes com bikes desse tipo, mas isso é outro assunto. O caso aí é que fomos embora junto com eles e seguimos a estrada rumo ao pedágio, que era o objetivo do dia.

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Pedalar na estrada não é nada igual à pedalar na cidade. Alguns detalhes acabam fazendo muita diferença. As subidas, por exemplo, que as vezes não não muito íngimes, mas são muito longas e para um carro a 120km/hm parece só uma inclinação, mas para um ciclista com vento contra pode parecer interminável.

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Na estrada não há semáforos, nem cruzamentos onde podemos parar e respirar. Temos que nos concentrar no nossos movimentos, “ouvir” nosso corpo e entender quando é hora de relaxar mais uma perna, mudar um pouco o ritmo do pedal ou achar outra posição na bike – é, tem isso sim – e o mais importante: a hidratação.

Parece besteira, mas às vezes esquecemos de beber água e ficamos muito tempo com sede ou bebemos muito logo de cara e ficamos sem quando precisamos. Daí sofremos mais, porque não racionalizamos.

Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes9Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes10

Se você conseguir controlar bem essas variáveis – o que é uma questão de costume – pedalar na estrada pode ser muito legal. Mais até do que parece, porque aí você consegue aproveitar as coisas da estrada como a velocidade, a sensação de pedalar sem parar e por aí vai.

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Então, aí a gente chegou no pedágio. Fotinho! Haha!

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Fotinho Rock ‘n Roll!

Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes13Bike_na_estrada_pela_primeira_vez_-_Bandeirantes14

Depois disso, paramos com as fotos. Rolou um video, que outro dia atualizo aqui – porque os MALAS do Youtube disseram que tem faixas de audio não autorizadas e acho que terei que reeditar, só para citar todas no final -

e fomos pedalando direto para SP. Chegando na cidade, resolvemos esticar até a Decathlon.

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Chegando na Decathlon, o dia já estava escurecendo e a gente ainda ia sair a noite. Acabou anoitecendo e voltamos do Morumbi para a casa pedalando. Daí banho e balada! Vida de biker é bem mais agitada quando a gente pedala. Dá para encarar mais de 100km de pedal no sol e com vento contra e esticar uma balada a noite. :P

No total foram 116,77Km de pedal nesse dia e tive algumas lições muito importantes de resistência, cadência e conhecimento dos meus limites, que me foram muito úteis em outros pedais. Valeu cada km esse pedal! Chupa essa manga, que acabei de criar um bordão!

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Suporte de Bicicleta WS 100 II – review

09/11/2009 - 2:05 am
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O primeiro review do SMBIKERS é um suporte para fazer manutenção em bicicletas, que pode ser montado no seu quintal ou na sala da sua casa, se for o caso!

Suporte_Bike_WS_100_II1_2

Trata-se de um equipamento que me fez muita falta na hora de cuidar da Sharon. Normalmente a gente vira a bike de cabeça para baixo e é possível fazer a maioria das coisas que não precisam de uma oficina como lubrificar, trocar pneu e limpar algumas peças. Porém, pode ser que você queira regular um câmbio ou um freio e nessa hora um suporte para a bike pode fazer a diferença.

O WS 100 II é todo dobrável, assim como aqueles produtos da Polishop que são um trambolho, mas nas propagandas dizem que cabem de baixo da cama ou no escritório, se você executar os 361 passos para desconectar todas as peças :P . O Suporte montado fica assim:

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O tripé é fixo e basta afastar as pernas para ficar na posição de uso (sem pensar bobagem heim). Existe uma regulagem com parafuso e dentes que levanta o corpo do suporte, para travar na melhor angulação de cada bike.

Para prender a bike, tem uma correia que passa de um lado para o outro quadro até a trava:

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A trava tem um sistema de aperto – a parte cinza da trava – que parece com uma catraca. Ao ser levantada, empurra os dentes da correia para dentro e dá uma segurança a mais na hora de prender a bike no suporte. Para soltar, basta empurrar a ponta azul e a trava é aberta, liberando a correia.

Detalhe da trava com a bike prendendo no quadro:

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A base de plástico a seguir é onde a bike fica apoiada. A sustentação no suporte é feita pela parte mais baixa do centro da bike: o movimento central, que é o eixo entre os pedais. Para quem não conhece os nomes, vou tentando explicar ao longo dos posts o que acho que pode deixar dúvida, mas qualquer coisa que não ficar bem entendida, por favor, deixe um comentário que eu tento explicar melhor.

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Outra visão do apoio para o quadro onde dá para ver a base, a correia que abraça o quadro e a trava:

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Uma coisa inteligente que achei no WS 100 II é o aparador para a roda da frente. Colocar essas duas barras de ferro foi uma solução símples que resove o problema da roda ficar solta e acabar batendo em você durante a manutenção. Fica suficientemente firme e é possível optar por não usar. Segue uma foto que mostra o aparador:

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A seguir, dá para ver o conjunto das features que falei até agora do WS 100 II com a Sharon presa nele:

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A altura do suporte é boa. É possível colocar um banco para mexer nos pedais ou nos câmbios (para os mais cansados, hehe) e de pé é possível mexer nos passadores, guidão, selim e outras peças sem ficar fazendo contorcionismo. Outra visão da Sharon presa Ws 100 II:

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Se achou interessante e quiser dar uma olhada, passe na Decatlhon do Morumbi na seção de bikes. Foi lá que encontrei esse aí. Vou deixar o link do WS 100 II, para ajudar quem quiser mais detalhes da loja e do produto.

O WS 100 II custa R$ 149,90 na Decathlon. Não é barato! Por isso minha recomendação vai para quem precisa ou quer fazer uma manutenção mais completa na bike em casa usando as suas próprias ferramentas e com algum conforto. Se for esse o seu caso, creio que vale a pena investir no suporte! Vou postando mais sobre o WS 100 II conforme for usando.

Quem não sabe dizer se precisa de algo assim, é porque provavelmente não precisa. Nesses casos, recomendo olhar mais para acessórios como um bom capacete, luvas para pedalar e outros elementos de segurança como iluminação para a bike e adesivos reflexivos, para seu pedal ficar mais legal e tranquilo.

Ah! As fotos deste post estão mais legais. Deu para notar? Opa! Olha de novo então e compara com as fotos dos posts anteriores. Eu dei um trato nelas, seguindo algumas dicas do Roginho. Para quem gosta de tratar imagens e essas coisas, tem um post que fala de 20 ferramentas e sites indispensáveis E GRATIS para Designer que o Roger fez e vale a pena dar uma lida.

Até o próximo post!

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